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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Você conhece a Absolut?

A tradicional garrafa transparente e sem rótulo, com um nome gravado assim como uma tatuagem direto no vidro da garrafa, originária da Suécia, um país sem muita tradição em vodca e com uma gama enorme de sabores. Acho que não restam mais argumentos para descrever a vodka Absolut.
Sua história começou no distinto ano de 1879, quando o visionário empresário Lars Olsson Smith, já conhecido como “The King of Vodka”  e que controlava um terço da produção da bebida na Suécia, introduziu no mercado uma vodca produzida utilizando um revolucionário método de destilação no qual a bebida era destilada mais de cem vezes. Essa vodca foi batizada de  “Absolut Rent Branvin” (Absolutely Pure Vodka).
absolut quimica Destilando: Absolut Vodka
Para chamar a atenção dos consumidores, a nova vodca foi comercializada com um preço consideravelmente menor do que os praticados pelo monopólio existente na época. Trazendo um burburinho muito grande sobre o novo produto de Lars.
Apenas 101 anos depois a Absolut ganhou o mundo. Ela foi exportada pela primeira vez somente em 1979 para os Estados Unidos, chegando primeiro a cidade de Boston e depois em Nova York, Chicago, Los Angeles e San Francisco.  Nessa época, o mercado americano (de vodkas de qualidade) era dominado pela russa Stolichnaya, que detinha aproximadamente 80% de mercado. Mas os suecos foram ousados e queriam desbancar os russos, desembarcaram em solo americano com aquela garrafa esquisita de pescoço curto originária de um país sem a menor tradição em vodca. No primeiro ano a marca vendeu apenas 90 mil litros no mercado americano.
A garrafa foi baseada em um vidro medicinal sueco do século XVIII visto por Gunnar Broman na cidade de Estocolmo. Primeiramente foi feita em plástico, com o gargalo extremamente curto e o corpo bojudo. O medalhão com a foto de Lars Olssom Smith também adornava a garrafa. A tampa era de metal colorido, porém a idéia inicial era de ser apenas uma rolha.
5 anos depois a marca já figurava em 18 países ao redor do mundo, e alcançou a liderança do mercado de vodca nos Estados Unidos em 1985. Nesta época também estava em voga o drinque Bloody Mary, uma deliciosa bebida que tinha como ingredientes principais a vodca e a pimenta. Foi então que a empresa, visionária como nos primórdios, teve a brilhante idéia de facilitar as coisas para o barman. Lançou no mercado a primeira vodca com sabor do mundo. A idéia de preparar Bloody Marys de forma rápida logo foi abraçada não só por bartenders, mas por todos os fãs do drinque. E em 1988 começou uma forte expansão da sua linha de produtos com o lançamento de vodcas com outros sabores, algo inédito na a época, lançando assim os sabores laranja, baunilha, pêssego, pêra, framboesa e mais recentemente manga e até açaí. No ano de  2004 foi produzida a garrafa de 1 bilhão na história da marca.
absolut sabor Destilando: Absolut Vodka
Tem sabor para todos os gostos.
A partir de 2007 foram lançadas edições limitadas de suas vodkas homenageando cidades. Cada uma delas eram saborizadas com frutas e especiarias apreciadas e populares nas cidades em questão. Cada uma das edições da ABSOLUT CITIES tem uma iniciativa de caridade, com a marca doando quantias em dinheiro para projetos sociais locais.
Em 2008, o grupo Vin & Sprit, proprietário da vodca ABSOLUT, foi vendido à francesa Pernod Ricard por US$ 8.7 bilhões. Recentemente a marca consolidou sua presença em países asiáticos, na América Latina e nas antigas repúblicas soviéticas.
A alta qualidade da vodca se deve aos ingredientes de primeira linha e do criterioso processo de destilação contínua. A ABSOLUT é feita exclusivamente com ingredientes naturais e não possui açúcar, ao contrário de outras vodcas. É a vodca em sua total pureza.  Sua composição leva o trigo de inverno que tem maior concentração de amido. A água totalmente pura é proveniente de poços do Sul da Suécia abastecidos pelo degelo natural.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A história do Sanduíche


Em 1971, Woody Allen escreveu o texto abaixo homenageando Lord Sandwich pela sua fantástica criação. Na verdade, Sandwich, ou John Montagu (1718-1792), apenas emprestou o nome aos sandubas. Fanático por carteado, ele virava noites jogando e, certa vez, pediu aos serviçais algo prático para comer à mesa, sem se lambuzar. Serviram a ele um naco de carne entre dois pedaços de pão. Logo, os parceiros passaram a pedir “um igual ao do Sandwich”. 
Leia a versão de Woody Allen:
1718: Nasce o Lorde Sanduíche, de uma família riquíssima. Seu pai está eufórico por ter sido nomeado ferreiro de Sua Majestade – posição de que desfrutará durante anos até descobrir que sua função consiste apenas em ferrar cavalos, quando então demite-se amargurado. Sua mãe é uma simples hausfrau de origem alemã, cujos monótonos menus consistem basicamente de toucinho e mingau de aveia, embora às vezes demonstre uma ligeira imaginação culinária ao preparar um passável chá de canela.
1725-35: Freqüenta a escola, onde aprende latim e a montar. Na hora do recreio demonstra pela primeira vez um notável interesse por frios, principalmente fatias finas de rosbife e presunto. No fim do curso, isso tornou-se uma obsessão e, embora sua tese de graduação, “Análise e Fenômenos Anexos dos Acepipes”, provoque algum interesse entre os professores, ele continua a ser visto pelo colegas como um sujeito estranho.
1736: Entra para a Universidade de Cambridge, a pedido dos pais, a fim de estudar retórica e metafísica, mas demonstra pouco interesse por ambas. Constantemente revoltado com as convenções do mundo acadêmico, é acusado de furto de algumas fatias de pão e de realizar experiências imorais com elas. Finalmente taxado como herege, é expulso da universidade.
1738: Renegado por todos, parte para os países escandinavos, onde por três anos dedica-se intensamente a uma pesquisa sobre queijos. Impressiona-se com a enorme variedade de sardinhas que passa a conhecer e anota em seu bloco: “Estou convencido de que há uma perene realidade, além de tudo que o homem já realizou, na simples justaposição de alimentos. Simplificar”. De volta à Inglaterra, conhece e casa-se com Nell Smallbore, filha de um verdureiro. Ela lhe ensinará tudo sobre alfaces. 
1741: Vai viver no campo, às custas de uma pequena herança, deixando freqüentemente de almoçar ou jantar a fim de economizar dinheiro para comprar comida. Sua primeira obra terminada – uma fatia de pão, outra fatia de pão em cima desta e uma fatia de peru em cima de ambas – fracassa miseravelmente. É ridicularizado pela comunidade científica. Desapontado, retorna ao laboratório e começa tudo de novo.
1745: Após quatro anos de trabalho insano, convence-se finalmente de que está às vésperas do sucesso. Numa cerimônia de grande solenidade, exibe para seus pares uma nova tentativa: duas fatias de peru com uma fatia de pão no meio. A obra é rejeitada por todos, exceto por David Hume, que pressente naquilo a iminência de algo importante e o encoraja. Estimulado pela amizade do filósofo, retorna ao trabalho com vigor renovado.
1747: Já sem dinheiro, não pode mais se dar ao luxo de pesquisar com peru ou rosbife, e passa a trabalhar com presunto, que é mais barato.
1750: Na primavera, faz a demonstração de três fatias de presunto empilhadas consecutivamente, o que atrai ligeira atenção, principalmente nos meios intelectuais, mas o grande público continua indiferente. Três fatias de pão, uma em cima da outra, provocam algum comentário. Embora um estilo maduro ainda não esteja à vista, é procurado por Voltaire, que o convida a visitá-lo.
1751: Viaja à França, onde Voltaire lhe informa que também chegou a alguns interessantes resultados usando pão e maionese. Os dois tornam-se amigos e iniciam uma correspondência que terminará abruptamente porque Voltaire ficará sem selos.
1758: A crescente aceitação de suas experiências junto à opinião pública resulta um convite da rainha para preparar “algo especial” que ela possa beliscar com o embaixador espanhol. Passa a trabalhar dia e noite, rasgando centenas de rascunhos, mas finalmente – às 4h17 da madrugada de 27 de abril de 1758 – cria uma obra que consiste de várias fatias de presunto guarnecidas por duas fatias de pão, uma em cima e outra embaixo. Num átimo de inspiração, despeja mostarda sobre a obra. O achado fez sensação e a rainha o encarrega dos menus do sábado.
1760: Com um sucesso atrás do outro, cria os “sanduíches”, assim chamados em sua homenagem, realizando imaginosas combinações de rosbife, galinha, língua e praticamente todos os frios conhecidos. Não contente em repetir fórmulas já tentadas, busca novas idéias e cria o sanduíche-viagem, pelo qual recebe a Ordem da Jarreteira.
1769: Vivendo agora numa mansão, é visitado pelos maiores homens de seu tempo: Haydn, Kant, Rousseau e Benjamin Franklin param em sua casa, alguns deliciando-se com suas notáveis criações, outros recusando-se a uma simples dentada.
1778: Embora fisicamente decrépito, continua a buscar novas formas e escreve em seu diário: “Tenho trabalhado durante a madrugada e resolvi torrar os sanduíches a fim de mantê-los quentes”. No fim do ano, seu sanduíche aberto causa autêntico escândalo por sua franqueza.
1783: Para celebrar seus 65 anos, inventa o hambúrguer e visita as grandes capitas do Ocidente, preparando pessoalmente os sanduíches em teatros, diante de enormes platéias entusiasmadas. Na Alemanha, Goethe sugere que sirva os hambúrgueres dentro de pães redondos – idéia que ele aproveita. Sobre o autor de Fausto, ele escreve em seu diário: “Grande cara, esse Goethe”. A frase deixa Goethe encantado, embora os dois, mais tarde, venham a romper intelectualmente devido a uma discordância sobre os conceitos de bem-passado, mal-passado e ao ponto.
1790: Numa retrospectiva de sua obra em Londres, sente-se mal com dores no peito e é quase dado como morto, mas recupera-se o suficiente para supervisionar a criação de um sanduíche de salsicha por um grupo de talentosos discípulos. O lançamento do sanduíche na Itália provoca distúrbios e, durante séculos, o futuro cachorro-quente continuará incompreendido, exceto por alguns críticos.
1792: Contrai um bacilo raro ao apertar a mão de Koch, o qual deixa de tratar a tempo e morre. Seu velório é realizado na Catedral de Westminster e milhões de pessoas vão levar-lhe suas últimas despedidas. Durante o enterro, o grande poeta alemão Hoelderlin resume a sua obra com essas palavras imortais: “Nossa dívida com ele é eterna. Ele livrou a humanidade da refeição quente”.
*Trecho do conto de Woody Allen  lançado no Brasil no livro Cuca Fundida (L&PM Editores, 1977) e publicado na Revista VIP em junho de 2008.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Museu de ECOBAGS

A Ecobag virou moda a aproximadamente 5 anos não é? Item indispensável para os ecológicos que vão ao supermercado.
Elas têm vários tamanhos, formas e desenhos. Pode ser usada por pessoas de todas as idades, em todo o mundo.
Mas a "ecobag" já existia muito antes de virar moda. Tanto que em Virgínia, Estados Unidos, foi criado o "Museu das Bolsas", que consiste em sua maioria ECOBAGS de muitos anos atrás. E algumas estão a venda!

As Bolsas contam um pouco da história dos EUA também, pela época, desenho, etc.

Para ver mais: http://themuseumofbags.org/index2.shtml

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Sopas

Agora com o friozinho chegando, nada melhor do que uma Sopa certo? E você sabe de da onde ela surgiu? 
A Sopa é conhecida como o prato mais antigo do mundo. Já na Biblia conta-se que os hebreus, no Egito, faziam caldos suculentos. Em Esparta se tinha o famoso "Caldo Negro", que era feito com sangue de animais junto com vinagre e especiarias. Quando Roma começou a decair, a Sopa, virou artigo de luxo e teve seu auge na história. E foi assim que ela começou a fazer sucesso, tornando - se atualmente uma iguaria para todos os povos.


Confira algumas receitas:


http://panelinha.ig.com.br/site_novo/receita/resultado.php?pg=1&q=0&Tempo=1&Cozinha=0&Light=2&Receita=&Categoria=17&btnBuscar.x=48&btnBuscar.y=19
http://tudogostoso.uol.com.br/categorias/1027-sopas-1.html


Aproveite o frio e experimente!! E não deixe de contar para nós!


Você gostaria de ver alguma receita aqui? Peça para nós! Ficaremos felizes em atender seu pedido!


terça-feira, 15 de maio de 2012

Primeiro Ano e uma aula diferente

Os alunos do primeiro ano da Gastronomia da Univille, se aventuraram na aula de ontem! Na discplina de História da Gastromia, cada dupla fez uma pesquisa sobre uma erva utilizada na culinária, e após as apresentações houveram degustações dos pratos preparados pelos alunos!
Foi uma aula diferente para todos.

Sorvete de Manjericão

Cebola Empanada


A Mesa do "lanche"


Patê de Sálvia



E temos a receita do Patê de Sálvia:

250g de Maionese
4 colheres de sopa de creme de leite
50g de parmesão ralado
2 colheres de chá de sálvia desidratada
1/2 colher de chá de páprica picante
1/2 colher de chá de açafrão

Misture tudo e sirva com pães e torradas.