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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Seis alimentos com gordura trans que não deveriam estar na despensa

Glacê usado em donuts resiste a temperaturas maiores, mas tem gordura trans. (Foto: BBC)Glacê usado em donuts resiste a temperaturas maiores, mas tem gordura trans. (Foto: BBC)
O anúncio feito pela Agência de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) de que as gorduras trans não são consideradas seguras para o consumo abriu caminho para as autoridades proporem a proibição do uso deste tipo de substância nos alimentos produzidos no país.
A gordura trans é bastante usada em alimentos processados para aumentar a vida útil dos produtos. No entanto, nutricionistas dizem que esse tipo de lipídio é prejudicial à saúde, aumentando o risco de doenças cardíacas.
A batalha para conscientizar as pessoas sobre a gordura trans começou há mais de uma década nos Estados Unidos. Desde 1999, foi proposto que os fabricantes de alimentos indicassem na embalagem o conteúdo de gordura trans. Mas a medida só entrou em vigor mesmo em 2006.
Segundo a Associação de Produtores de Alimentos (GMA, na sigla em inglês), desde 2005 houve uma redução de mais de 73% na quantidade de gordura trans colocada em alimentos. O consumo desse tipo de gordura caiu entre os americanos - de 4,6 gramas por dia em 2003 para 1 grama em 2012.
Agora, caso os planos da FDA avancem, a indústria alimentícia americana precisará readaptar processos de fabricação - o que pode implicar um aumento de custos. Confira abaixo a lista dos alimentos que precisarão passar por mudanças no seu processo de fabricação:
1. Biscoitos salgados, doces e outros alimentos assados
Esses produtos geralmente contêm gorduras trans em estado sólido, para deixá-los menos oleosos. 'As gorduras 'boas' já desempenham esse mesmo papel. Só que são mais caras para a indústria dos alimentos. Mas elas trazem menos riscos para a saúde e são mais saudáveis', diz o químico de alimentos Fidel Belmares.
2. Pipoca de micro-ondas
As gorduras trans sólidas são usadas nas pipocas de micro-ondas para conservar o produto por mais tempo. A alternativa, segundo especialistas, seria usar azeite líquido no lugar. 'Ela é mais líquida, mas menos manipulada e mais natural. O azeite de oliva não possui gordura trans', diz o médico Jorge Loredo.
3. Pizzas e salgados congelados
Alguns produtos congelados - pizzas, risolis, coxinhas - contêm gorduras trans para prolongar sua duração. Os especialistas sugerem que as pessoas comprem produtos frescos e os congelem em casa.
Alguns produtos congelados sem gordura trans já são vendidos no mercado hoje. 'Há empresas que vendem batatas fritas ou outros tipos de lanches congelados e anunciam na sua embalagem que nenhum tipo de trans foi usado na fabricação do alimento', diz Loredo.
4. Manteiga vegetal e margarina em barra
Loredo sugere que se use manteiga em vez de margarina, porque a origem animal do produto é mais bem assimilada pelo metabolismo do corpo. Melhor ainda seria, segundo ele, o uso de gorduras líquidas - como azeite de oliva - em vez de gorduras sólidas - como manteiga ou margarina.
5. Creme para café
Também existem versões deste produto sem gordura trans. Ainda assim, há substitutos que são ainda mais saudáveis, como leite natural ou leite de soja.
6. Glacê pronto para uso
Os glacês prontos para uso em doces faz com que as guloseimas fiquem mais sólidas e estáveis por mais tempo em temperatura ambiente.
Apesar de inúmeros esforços da indústria alimentícia na busca por substitutos, os especialistas asseguram que é melhor fazer o glacê desde o começo - utilizando açúcar, manteiga, leite e baunilha natural.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Saiba o motivo pelo qual rejeitamos determinados alimentos



Saiba o motivo pelo qual rejeitamos determinados alimentos (Foto: BBC)Saiba o motivo pelo qual rejeitamos determinados alimentos (Foto: BBC)
Pudim de leite te causa enjoo? Brócolis, bife de fígado ou queijo não te caem bem? Você não está sozinho.
A crítica de gastronomia Stephanie Lucianovic sofre mais aversão à comida do que a maioria das pessoas. 'Ser difícil para comer não é uma opção, é uma verdadeira desgraça.'
'Repulsão seguido pelo desejo de vomitar.' Essa foi sua reação quando tentou comer certos alimentos que odiava. Atualmente esses alimentos incluem passas, bananas e vísceras.
David Jackson, do centro de investigação sobre alimentos do Leatherhead, não gostava de azeitonas quando era criança.
'As azeitonas são muito amargas', diz ele. 'Eu odiava.'
'Mas o que provavelmente aconteceu é que, quando você fica mais velho, você quer parecer mais sofisticado, e por isso há uma motivação para comê-las, mesmo que não goste.'
Razões biológicas e sociais
As razões biológicas que levam certas pessoas a rejeitarem certos alimentos têm sido amplamente estudadas, mas as razões sociais são menos claras.
'É difícil saber por que superamos aversões a determinados alimentos, mas é claro que muitas pessoas passam a ser menos exigentes à medida que ficam mais velhas', diz Paul Chappell, do Departamento de Sociologia da Universidade de York, na Grã-Bretanha.
'Querer seguir somente a própria vontade está associado à infância: nós esperamos que as crianças rejeitem uma grande quantidade de alimentos.'
'O caso não é o mesmo para os adultos. Ser exigente não é socialmente aceitável, e recusar determinados alimentos por não gostar, pode causar situações constrangedoras.'
Stephanie Lucianovic, que publicou um livro sobre a vida de um adulto exigente, disse que estes são estigmatizados.
'Isso acontece, principalmente, porque as pessoas pensam que é uma opção, que eles estão fazendo isso para irritar e não se importam em incomodar os outros.'
Ela mesma é exigente, e aprendeu a comer certos alimentos combinando-os com os sabores que gosta.
Agora, os odiados brócolis, couve de Bruxelas e pêssego se tornaram iguarias em seu prato, Lucionovic disse à BBC.
Genes e evolução
As razões pelas quais as pessoas preferem determinados alimentos são mais claras.
Os cientistas têm investigado as diferenças genéticas, e têm agrupado as pessoas em três diferentes grupos: os 'degustadores', os 'superdegustadores' e os 'degustadores regulares'.
Os superdegustadores tendem a ter uma maior correlação com os genes que codificam os receptores das papilas gustativas, que são responsáveis por identificar os componentes amargos.
Assim, eles têm uma forte aversão a alimentos amargos, como couve de Bruxelas e brócolis.
O cheiro também influencia muito.
'O queijo, por exemplo, quando envelhece, ou quando colocamos algum fungo para fazê-lo maturar, degradam os aminoácidos das proteínas do leite e o mal cheiro ocorre', disse David Jackson.
Do ponto de vista da evolução, há razões para esta reação a alimentos amargos e que contêm enxofre.
'Os caçadores dependiam do olfato. O cheiro de enxofre indicava a presença de bactérias nos alimentos. Comê-los poderia deixá-los doente', explica Jackson.
Da mesma forma, a evolução pode explicar a aversão inata ao gosto amargo.
Algumas plantas não comestíveis são amargas, e por isso aqueles que conseguem fazer essa associação têm mais chance de sobreviver.
Como superar as aversões
Muitos conseguem facilmente superar essas aversões. Mas e aqueles que não conseguem?
As motivações para superá-las variam. Podem ser pressões sociais, desejo de parecer sofisticado, ou necessidade por hábitos mais saudáveis.
Em todos os casos, a melhor maneira de superar essas aversões é comer mais desses alimentos. Quanto mais você come, mais você vai gostar e a rejeição diminuirá.
Ao beber cerveja ou vinho pela primeira vez, muitas vezes, a reação é 'isso não é gostoso, é muito amargo', diz Jackson.
'Mas se você continuar tentando por um tempo, essa aversão é superada e torna-se uma experiência agradável.'

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Alimentação na TPM

Para controlar naturalmente a tensão pré-menstrual, melhore o seu cardápio incluindo alimentos nutritivos listados abaixo:

Fontes de Magnésio: o magnésio tem como função amenizar as cólicas menstruais, boas opções seriam cereais integrais (farelos de trigo, aveia, centeio, soja), nozes, amêndoas, avelãs, amendoim, verduras verdes escuras (agrião, espinafre, salsinha, rúcula e couve).

Fontes de Carboidratos: pães integrais, arroz integral, aveia e semelhantes.

Fontes de Zinco: agrião, alcachofra, grãos de soja, carnes magras, leite e ostras (frutos do mar).

Fontes de Ácidos Graxos (Ômega 3 e Ômega 6): óleos vegetais (canola, soja, óleo de arroz, azeite de oliva) e peixes (salmão, sardinha, atum, truta).

Fontes de Vitamina A: salmão, truta, carne de cordeiro, fígado de boi, frutas de cor alaranjada (laranja, mamão, manga), vegetais (abóbora, cenoura) e folhas verdes (couve, escarola e espinafre).

Fontes de Cálcio: feijões, soja e derivados (tofu), leite de vaca e derivados (queijos, coalhadas, iogurtes), figo, milho, aveia, brócolis, couve e broto de alfafa.
Fontes de Vitamina B6: arroz integral, aveia, granola, amendoim, nozes e castanhas, banana, melão, abacate, salmão, atum e fígado de boi.

Fontes de Vitamina E: poderoso anti-oxidante presente em óleos vegetais como azeite de oliva, óleo de girassol, de soja, espinafre, farinhas enriquecidas, cereais integrais, gema de ovo, milho, e azeitona, castanhas, margarina, fígado e gérmen de trigo.

MEL: diurético, leve laxante, calmante (tônico para o cérebro e auxilia no sono). 


FRUTAS:

• Abacate: laxante, as folhas da planta são diuréticos, e compressas quentes feitas com chá das folhas servem para dores de cabeça. 
• Framboesa: laxante, diurético. As folhas podem ser usadas para cólicas abdominais e desordens da menstruação. 
• Fruta do Conde ou Pinha: as folhas servem para acalmar e para câimbras. 
• Noz: laxativa.
• Romã: o suco é indicado nas cólicas.
• Banana: é laxativa.
• Cidra: as sementes com outras sementes de frutas cítricas (limão, laranja, etc...) tostadas e moídas, em infusão são ideais para cefaléia. Como calmante usa-se as folhas e flores em infusão. 
• Figo: diurético.
• Laranja, Mexerica e Lima: são diuréticos, com o bagaço é laxativa e serve como calmante. 
• Mamão: laxante.
• Maracujá, Coco e Araçá: calmantes. 
• Melão: diurético e calmante. 
• Morango e Uva: laxantes e diuréticos. 

HORTALIÇAS:

• Alface e Espinafre: laxativos, diuréticos e calmantes. 
• Nabo: diurético e laxante. 
• Cebola: diurético, ajuda na enxaqueca, laxante e o caldo das cebola cozida serve para cólicas abdominais. 
• Abobora: laxativa, diurética e as sementes servem como calmantes. 
• Agrião: diurético.

Não custa tentar né???

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Decifre os Rótulos dos alimentos

Fique atento aos rótulos dos alimentos para não descuidar da sua saúde
% VD: quanto o produto representa de energia e nutrientes em uma dieta de 2 mil calorias.
Valor energético: energia que o alimento produz no corpo. Aparece como quilocalorias (kcal) e quilojaules (kJ). Consumo diário indicado: 2 000 kcal ou 8 400 kJ.
Carboidratos: compostos energéticos presentes em massas, arroz, açúcar, mel, pães, farinhas, tubérculos como batata. Consumo diário indicado: 300 g para não diabéticos.
Proteínas: necessárias para manter órgãos, tecidos e células saudáveis. Encontradas em carnes, ovos, leite e derivados e leguminosas como feijão. Consumo diário indicado: 75 g.
Gorduras totais: referem-se à soma de todas as gorduras de um alimento. Fontes de energia, ajudam na absorção das vitaminas A, D, E e K. Consumo diário indicado: 55 g.
Gorduras saturadas: presentes em alimentos de origem animal, podem aumentar o colesterol ruim e os riscos de doenças do coração. Consumo diário indicado: 22 g.
Gorduras trans: a ingestão desse tipo de gordura deve ser reduzida, pois o corpo não precisa dela. É encontrada em alimentos industrializados, como margarina, biscoitos, sorvetes, frituras. Consumo diário indicado: 2 g.
Fibra alimentar: melhora o funcionamento do intestino. Pode ser encontrada em alimentos integrais e de origem vegetal, como frutas e hortaliças. Consumo diário indicado: 25 g.
Sódio: presente no sal de cozinha em alimentos industrializados como salgadinhos, embutidos, enlatados. Em excesso pode elevar a pressão arterial. Consumo diário indicado: 2 400 mg.
Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Produtos inusitados na composição de alimentos


Você comeria insetos, areia e produtos feitos com fumaça? Se a resposta for não, prepare-se para a notícia a seguir: esses ingredientes são mais comuns nos alimentos do que você imagina. Por isso, o site Health.com listou as 18 substâncias mais estranhas presentes na nossa alimentação. Confira a seguir e não deixe de ler os rótulos.
Colágeno   Os vegetarianos se prepararem para um choque! A gelatina é derivada de colágeno, uma proteína muitas vezes coletados da pele de animais. A fonte varia dependendodo tipo de alimento, diz Andrew L. Milkowsi, professor de ciências animais da Universidade de Wisconsin Madison. A gelatina em sobremesas, por exemplo, vem principalmente da pele de porcos    Foto: Getty Images
Colágeno
Os vegetarianos se prepararem para um choque! A gelatina é derivada de colágeno, uma proteína muitas vezes coletados da pele de animais. A fonte varia dependendodo tipo de alimento, diz Andrew L. Milkowsi, professor de ciências animais da Universidade de Wisconsin Madison. A gelatina em sobremesas, por exemplo, vem principalmente da pele de porcos.
Onde encontrar: gelatina, cereais, iogurte, doces, e alguns tipos de creme de leite.
Carne mecanicamente separada  Carne mecanicamente separada é o que sobra depois que a carne grudada aos ossos de frango ou porco é esmagada por meio de um tubo de alta pressão. Parece uma pasta, diz Sarah A. Klein, advogada do Programa de Segurança Alimentar do Centro de Ciência no Interesse Público. Você esmaga pedaços de ossos, cartilagem e outras coisas que viram a pasta final    Foto: Getty Images
Carne mecanicamente separada
Carne mecanicamente separada é o que sobra depois que a carne grudada aos ossos de frango ou porco é esmagada por meio de um tubo de alta pressão. “Parece uma pasta”, diz Sarah A. Klein, advogada do Programa de Segurança Alimentar do Centro de Ciência no Interesse Público. “Você esmaga pedaços de ossos, cartilagem e outras coisas que viram a pasta final”.
Devido ao risco de encefalopatia espongiforme bovina, popularmente conhecida como a “doença da vaca louca”, essa pasta não é mais comercializada.
Onde era encontrada: principalmente em cachorro-quente.
Monóxido de carbono  O mesmo monóxido de carbono que vem do escapamento do seu veículo é usado também no setor de embalagens de carne e peixes. Isso porque, o gás ajuda a conservar os alimentos. O processo é considerado seguro para a saúde, mas se tornou pouco utilizado após os consumidores criticarem o método    Foto: Getty Images
Monóxido de carbono
O mesmo monóxido de carbono que vem do escapamento do seu veículo é usado também no setor de embalagens de carne e peixes. Isso porque, o gás ajuda a conservar os alimentos. O processo é considerado seguro para a saúde, mas se tornou pouco utilizado após os consumidores criticarem o método.
Onde encontrar: o monóxido de carbono é injetado na embalagem assim que todo ar é retirado e, dessa forma, o gás bloqueia o processo de oxidação do alimento.
Pode ser encontrado em embalagens de carne, peixe ou frango.
Goma-laca  Se você é apaixonado por jujubas, saiba que esses doces são, muitas vezes, revestidos com a goma-laca, uma substância pegajosa secretada pelo inseto Kerria lacca, nativo da Tailândia    Foto: Getty Images
Goma-laca
Se você é apaixonado por jujubas, saiba que esses doces são, muitas vezes, revestidos com a goma-laca, uma substância pegajosa secretada pelo inseto Kerria lacca, nativo da Tailândia.
Onde encontrar: jujubas e doces com revestimenos brilhantes. Na embalagem, pode ser chamado de “esmalte confeiteiro”.
Água salgada  Fabricantes injetam sal em alimentos como a carne crua (principalmente o frango) para realçar o sabor e aumentar o peso do produto antes de ser vendido. O problema é que excesso de sal pode elevar sua pressão e trazer riscos à saúde    Foto: Getty Images
Água salgada
Fabricantes injetam sal em alimentos como a carne crua (principalmente o frango) para realçar o sabor e aumentar o peso do produto antes de ser vendido. O problema é que excesso de sal pode elevar sua pressão e trazer riscos à saúde.
Onde encontrar: principalmente em carnes embaladas. Sempre leia os rótulos. Se encontrar informações que indiquem excesso de sal, evite!
Celulose  Derivada da polpa de madeira e de algodão, a celulose é utilizada na fabricação de papel e, às vezes, adicionada aos alimentos, como o queijo ralado    Foto: Getty Images
Celulose
Derivada da polpa de madeira e de algodão, a celulose é utilizada na fabricação de papel e, às vezes, adicionada aos alimentos.
Bisfenol A  Bisfenol A é uma substância presente em embalagens plásticas que pode causar sérios problemas de saúde, como infertilidade e câncer no ovário. Apesar de o bisfenol já ter sido removido da maioria das embalagens, ele ainda está presente em alguns enlatados, como o de tomate    Foto: Getty Images
Bisfenol A
Bisfenol A é uma substância presente em embalagens plásticas que pode causar sérios problemas de saúde, como infertilidade e câncer no ovário. Apesar de o bisfenol já ter sido removido da maioria das embalagens, ele ainda está presente em alguns enlatados.
Onde encontrar: “Isso pode ser especialmente problemático com alimentos ácidos como o tomate. A preocupação é de que haja vazamentos nos alimentos”, explica Patty Lovera, diretora do Food &Water Watch.
Castóreo  Não é apenas coicidência, o castóreo é uma substância extraída de algumas glândulas localizada perto do ânus dos castores. Como é difícil adquirí-lo, este produto é muito caro e está mais presente em perfumes que em alimentos    Foto: Getty Images
Castóreo
Não é apenas coicidência, o castóreo é uma substância extraída de algumas glândulas localizada perto do ânus dos castores. Como é difícil adquirí-lo, este produto é muito caro e está mais presente em perfumes que em alimentos.
Onde encontrar: segundo o Food and Drug Administration, órgão governamental dos Estados Unidos da América que faz o controle dos alimentos, essa substância não está presente nos rórulos dos produtos porque é “reconhecida como segura”. Muitas vezes, pode ser apenas mencionada como “aroma natual” nos rótulos.
Benzoato de sódio  Já sentiu um formigamento na garganta ao beber refrigerante? Isso pode ser benzoato de sódio. Este conservante comum é geralmente reconhecido como seguro pela FDA, mas isso não significa que você não deve evitá-lo. Segundo um estudo de 2007, publicado no The Lancet, uma mistura de benzoato de sódio e corantes alimentares estava ligada ao comportamento hiperativo em crianças    Foto: Getty Images
Benzoato de sódio
Já sentiu um formigamento na garganta ao beber refrigerante? Isso pode ser benzoato de sódio. Este conservante comum é geralmente reconhecido como seguro pela FDA, mas isso não significa que você não deve evitá-lo. Segundo um estudo de 2007, publicado no The Lancet, uma mistura de benzoato de sódio e corantes alimentares estava ligada ao comportamento hiperativo em crianças.
Onde encontrar: refrigerantes, sucos de frutas e molhos de salada.
Lodo rosa  O lodo rosa é um processo pelo qual a carne é centrifugada e lavada em uma solução de hidróxido de amónio e água    Foto: Getty Images
Lodo rosa
O lodo rosa é um processo pelo qual a carne é “centrifugada” e “lavada” em uma solução de hidróxido de amónio e água.
Onde encontrar: recentemente, nos Estados Unidos, o McDonalds anunciou que mudaria a receita de seus hambúrgueres após descobrirem que a carne era feita de lodo rosa.
Bacteriófagos   Vírus fazem mal à saúde. Mas a bacteriófagos é um vírus que se reproduz em massa que infecta e mata bactérias presentes nos alimentos    Foto: Getty Images
Bacteriófagos
Vírus fazem mal à saúde. Mas a bacteriófagos é um vírus que se reproduz em massa que infecta e mata bactérias presentes nos alimentos.
Onde encontrar: pode ser encontrado em carnes. Verifique a lista de ingredientes.
Antibióticos  Nós costumamos tomar antibióticos como medicamentos. Na pecuária, alguns animais também tomam para crescerem rapidamente e serem mais lucrativos para os fornecedores. No entanto, o uso excessivo de antibióticos na produção animal pode causar resistência das bactérias    Foto: Getty Images
Antibióticos
Nós costumamos tomar antibióticos como medicamentos. Na pecuária, alguns animais também tomam para crescerem rapidamente e serem mais lucrativos para os fornecedores. No entanto, o uso excessivo de antibióticos na produção animal pode causar resistência das bactérias.
Onde encontrar: carne bovina e carne de frango.
Dióxido de silício  Dióxido de silício, popularmente conhecido como areia, também pode ser encontrado em alimentos. Isso porque, de acordo com especialistas, ele absorve a umidade dos produtos. Vale lembrar que, se engolir um pouco de areia por acidente na praia não faz mal, na mesa de jantar também não trará riscos    Foto: Getty Images
Dióxido de silício
Dióxido de silício, popularmente conhecido como areia, também pode ser encontrado em alimentos. Isso porque, de acordo com especialistas, ele absorve a umidade dos produtos. Vale lembrar que, se engolir um pouco de areia por acidente na praia não faz mal, na mesa de jantar também não trará riscos.
Onde encontrar: sais e sopas
Carmim  Quando se trata de alimento, os insetos têm outros benefícios além de dar brilho em balas. Eles são bons para dar cor também, principalmente a vermelha. Carmim é uma coloração vermelha que vem da cochonilha, um tipo de besouro    Foto: Getty Images
Carmim
Quando se trata de alimento, os insetos têm outros benefícios além de dar brilho em balas. Eles são bons para dar cor também, principalmente a vermelha. Carmim é uma coloração vermelha que vem da cochonilha, um tipo de besouro.
De acordo com a FDA, esse ingrediente pode causar reações alérgicas em algumas pessoas e, por isso, é obrigatório que seja listado em rótulos de aliementos e cosméticos.
Onde encontrar: sorvetes e alguns sucos.
Propilenoglicol  Propilenoglicol é um concentrado oleoso presente da produção de temperos concentrados, cosméticos e preservaticos. Essa substância pode causar alergia em algumas pessoas    Foto: Getty Images
Propilenoglicol
Propilenoglicol é um concentrado oleoso presente da produção de temperos concentrados, cosméticos e preservaticos. Essa substância pode causar alergia em algumas pessoas.
Onde encontrar: refrigerantes, molhos de salada e cerveja
Carragenina  Você gosta de comer algas? Se a resposta for não, saiba que elas estão em todas as partes. Extraído a partir de algas marinhas, carragenano é um gel utilizado como estabilizante natural nos alimentos. Ele ajuda os líquidos a se manterem misturados   Foto: Getty Images
Carragenina
Você gosta de comer algas? Se a resposta for não, saiba que elas estão em todas as partes. Extraído a partir de algas marinhas, carragenano é um gel utilizado como estabilizante natural nos alimentos. Ele ajuda os líquidos a se manterem misturados.
Onde encontrar: frango, queijos e sorvetes. Além disso, vale lembrar que leite com achocolatado normalmente contém carragenina.
Fumaça líquida  O sabor dos alimentos defumados vem da fumaça líquida, um composto obtido pela queima de madeira. Ou seja, é feita uma fogueira dentro de um forno e a fumaça é canalizada a sob pressão para dentro de uma vasilha com água. É isso que dá um sabor diferenciado para esses alimentos    Foto: Getty Images
Fumaça líquida
O sabor dos alimentos defumados vem da fumaça líquida, um composto obtido pela queima de madeira. Ou seja, é feita uma fogueira dentro de um forno e a fumaça é canalizada a sob pressão para dentro de uma vasilha com água. É isso que dá um sabor diferenciado para esses alimentos.
Onde você vai encontrá-lo: produtos de churrasco, feijão, bacon e salgadinhos.
Amônia  A amônia é um produto químico de cheiro forte encontrado em produtos de limpeza e usado como gás para matar germes de alimentos. Era usada em carnes, mas seu uso foi proibido    Foto: Getty Images
Amônia
A amônia é um produto químico de cheiro forte encontrado em produtos de limpeza e usado como gás para matar germes de alimentos.
Onde era encontrado: em carnes, mas seu uso foi proibído.

Bizarro né?

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

8 passos para secar a barriga


Não existe forma mágica para emagrecer, e a chave, todos sabemos, alimentação equilibrada, exercício físico e uma boa noite de sono.
Maaaas, existem algumas dicas que você pode seguir para ajudar a perder a barriguinha.

1. BOTE OS DENTES PARA TRABALHAR
Mastigar bem faz toda a diferença nesse processo de enxugar a barriga. "Quanto mais você fracionar o alimento, mais fácil fica a digestão, o que evita aquele efeito estufa no abdômen", garante Marcella Amar, da clínica Essentiale, no Rio de Janeiro. "Se não mastigamos, há uma sobrecarga no estômago e um aporte maior de fluxo sanguíneo, o que distende essa região", completa a nutricionista e fitoterapeuta Vanderlí Marchiori, de São Paulo.

2. COMA MENOS E MAIS VEZES
Excesso de comida faz volume no estômago. Por isso, diminua o tamanho das refeições principais e faça pequenos lanches entre elas. "Procure também se alimentar sem pressa e em ambiente calmo. Quem come num piscar de olhos tende a engolir mais ar, o que também aumenta a barriga", afirma a nutróloga ortomolecular Tamara Mazaracki, do Rio de Janeiro.

3. PREFIRA OS ALIMENTOS DE FÁCIL DIGESTÃO
Alguns itens, como as frutas, os grãos integrais e as verduras, passam mais rapidamente pelo intestino e azeitam seu funcionamento. Já os de absorção lenta favorecem a fermentação, responsável pelo aspecto de barriga inchada. "Logo, evite comidas gordurosas, como queijos, carne vermelha, grão-de-bico, repolho, couve-flor e doces", recomenda a nutricionista Marcella.

4. CAPRICHE NAS FIBRAS, MAS SEM EXAGERO

Elas ajudam o intestino a funcionar, o que elimina aquele aspecto de abdômen estufado. E estão presentes nas frutas, nas hortaliças e nos produtos integrais, como granola, aveia e linhaça. Mas exagerar na dose pode ter o efeito contrário, provocando cólicas e inchaço. "Para facilitar a eliminação do excesso, é importante beber bastante líquido durante o dia", sugere Vanderli Marchiori.

5. TROQUE OS REFINADOS POR INTEGRAIS
Deixe de lado o pão, o arroz, a farinha e a massa convencional e opte pelas versões integrais. De novo, além de terem mais fibras e ajudarem o intestino a funcionar melhor, esses alimentos baixam o índice glicêmico, o que evita a produção excessiva de insulina, hormônio que estimula o organismo a estocar gordura.

6. MANEIRE NO SALGADO
Evite alimentos muito condimentados e/ou salgados. Excesso de sódio provoca retenção hídrica, responsável pelo aspecto de inchaço no corpo -- inclusive na barriga, claro. "Os condimentos irritam o intestino e aumentam a formação de gases", explica Tamara Mazaracki. Portanto, olho vivo nos vilões: azeitonas, anchovas, salgadinhos em geral, picles, carne seca, defumados e embutidos (salame, presunto, bacon), queijos salgados e muito temperados (gorgonzola, parmesão, roquefort), catchup e molhos prontos para saladas.

7. BEBA ÁGUA, MUITA ÁGUA

Pelo menos dois litros ao longo do dia, mas não durante as refeições, o que dificulta a digestão e favorece a fermentação - e o aumento do volume abdominal. Os líquidos, como água, chás e sucos, além de ajudarem a regular o intestino, permitem também a eliminação do sal. Quanto mais se bebe, mais diluído fica o sódio e mais facilmente ele vai embora com a urina. Mas bebidas gasosas ficam fora dessa, pois dilatam a barriga. "Alimentos ricos em potássio (caso das frutas e dos legumes) são outros que contribuem nessa tarefa de expulsar o sal que ficou sobrando", completa Tamara

8. DÊ UMA CHANCE PARA A GORDURA DO BEM
Já está provado que alguns tipos, como a mono e a poliinsaturada -- em doses moderadas, bem entendido --, agem contra os pneuzinhos, principalmente no abdômen. Além disso, elas são capazes de baixar o índice glicêmico da refeição, o que reduz a produção de insulina -- ela de novo! Por isso, abra espaço no seu cardápio para o azeite de oliva, o abacate e as frutas oleaginosas, como a castanha-do-pará e a amêndoa.

Fonte: Saúde Abril

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Alimentos Orgânicos: Verdades e Mentiras!


1. SÃO MAIS SAUDÁVEIS - VERDADE

O sistema produtivo dos alimentos orgânicos não utiliza defensivos nem estímulos químicos para o seu crescimento e maturação. A planta se desenvolve com os nutrientes naturais da terra, o que possibilita maiores concentrações de vitaminas, sais minerais e fibras.

2. SÃO PEQUENOS E FEIOS - MENTIRA

Frutas e verduras produzidas organicamente têm a mesma aparência das convencionais. A agricultura orgânica está bastante desenvolvida no que diz respeito à qualidade aparente das frutas e hoje é possível encontrar frutas e verduras belíssimas e muito mais ricas em nutrientes.

3. É O MESMO QUE HIDROPÔNICO - MENTIRA

Erro gravíssimo. A hidroponia é um sistema de produção de hortigranjeiros que usa a água como base  para a planta. Contudo, a água não possui nutrientes na quantidade necessária para o seu desenvolvimento, então a nutrição é complementada com adubo solúvel. A produção hidropônica utiliza mais adubos químicos que a produção convencional na terra. Existem estudos técnicos da produção orgânica hidropônica, mas ainda não existem produtos disponíveis no mercado.

4. SOMOS MAIS CAROS - VERDADE

Infelizmente, os produtos orgânicos ainda são mais caros do que os convencionais. A escala de produção é baixa, o que os torna pouco competitivos. Além disso, a falta de matéria-prima, altos custos de produção/certificação e o desinteresse político e tecnológico faz com que a agricultura orgânica não seja atrativa aos agricultores.

5. PODEM SER CONSUMIDOS SEM LAVAR - MENTIRA

Todo alimento deve ser higienizado antes do consumo. Mesmo aqueles que serão cozidos.

6. AS FEIRAS SÃO OS LOCAIS MAIS ADEQUADOS PARA COMPRAR - MENTIRA

Outro erro grave. É preciso muito cuidado com as feiras. Pouco são os feirantes realmente orgânicos e que estão em conformidade com a legislação. Se você tem hábito de comprar em feiras, ótimo. Mas exija do seu feirante a certificação de todos os produtos comercializados como orgânicos. Além disso, poucos sabem, mas o ideal é que os produtos sejam embalados, para evitar contaminação no transporte e armazenamento.

7. NÃO SÃO FISCALIZADOS - MENTIRA

Produtos orgânicos são fiscalizados, sim. Aliás, muito fiscalizado. A legislação brasileira é uma das mais completas do mundo. As certificações  e o uso do selo brasileiro de produto orgânico são fiscalizados pelo Ministério da Agricultura e Inmetro. Os produtos orgânicos são mais fiscalizados do que os produtos convencionais.

8. AJUDAM A PRESERVAR O MEIO AMBIENTE - VERDADE

A agricultura orgânica, a agroecologia, a agricultura natural e a permacultura são sistemas produtivos que preservam e reconstituem o solo e as águas. Ao contrário da agricultura convencional, que, ao longo dos anos, desertifica o solo e torna as terras improdutivas.

9. SÃO RASTREADOS - VERDADE

A rastreabilidade é uma exigência das certificadoras. Todo o produto orgânico está identificado com o seu local de origem, a lavoura de que foi colhido e os tratos culturais aplicados. A rastreabilidade é o DNA do produto orgânico.

10. NÃO PODEM ALIMENTAR TODA A HUMANIDADE - MENTIRA

Segundo o cientista Miguel Altieri, no livro A Dinâmica Produtiva na Agricultura Sustentável, a agricultura orgânica é capaz, sim, de matar a fome no mundo.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Alimentos e Emoções




Mel- pura alegria
Triste sem motivo? A causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.
Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.




Abacate- amigo do sono
Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor com o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem.
Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x /semana.




Salmão- levanta o astral
Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, arenque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina – substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central.
Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.




Lentilha- afasta o medo
Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.
Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.




Nozes- mantém você concentrada
São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.
Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.




Chá verde- espanta o estresse
Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta.
Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.



Brócolis- deixa a mente esperta
É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho.
Quanto consumir: 1 pires / dia.




Óleo de linhaça- dribla o apetite voraz
O óleo extraído da semente de linhaça e prensado a frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão à comida fica bem menor.
Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.



Gérmen de trigo- acaba com a irritação
Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade.
Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.



terça-feira, 4 de setembro de 2012

Alimentos para sobreviver em uma Ilha


Depois de do seriado Lost, quem não pensou "O que eu faria se acabasse caindo em uma ilha deserta?" Essa matéria super legal explica um pouco o que você poderia comer lá!
Então segue a lista do que você deve comer para sobreviver se acabar caindo em uma ilha deserta:

7 – Peixe
Por ser uma ilha as possibilidades de encontrar peixe são grandes. Se a ilha tiver um rio e se se esse rio tiver salmão melhor ainda. Salmão é rico em ácidos graxos ômega-3, que é bom para o coração. Qualquer peixe, porém, é uma boa fonte de proteína e gordura saudável. Melhor de tudo, você pode comer peixes de água salgada, se não tiver fogo, pode comê-los cru.
6 – Algas
Onde tem mar, tem algas. Mesmo os mais preguiçosos podem colher aquilo que fica levantado para cima. Quase todos os tipos são comestíveis. Algas tem muitas vitaminas e minerais. Secas, podem durar mais de um mês. Algas são alimentos regularmente consumidos na Ásia, na maioria dos lares japoneses sempre tem quatro ou cinco tipos na dispensa. Se você não come sushi, já comeu algas no sorvete.
5 – Cevada
A cevada diminui o “mau” colesterol e eleva os níveis do “bom”. Tal como acontece com outros grãos, a cevada tem vitaminas essenciais (como a niacina e outras vitaminas B) e minerais (manganês e selênio), que não são tão abundantes nos frutos. E se você tiver cevada o suficiente na ilha, pode até fazer cerveja ou whisky.
4 – Frutas vermelhas
Cerejas, morangos, amoras… Faça a sua escolha. Poucos alimentos concentram sabor, teor vitamínico e antioxidantes como estes. Se sua ilha for uma das milhares da Oceania, procure por Kiwis, eles tem mais vitamina C do que laranjas e mais potássio que bananas.
3 – Abóbora
Embora tenham um teor de açúcar um pouco elevado, também são uma boa fonte de vitaminas A e C e potássio. Pouca gordura e baixo índice glicêmico fazem a abóbora uma opção melhor que bananas. Tem sementes abundantes e são fáceis de plantar.
2 – Couve
Qualquer vegetal folhoso vai te fazer bem, porém a couve é particularmente rica em vitaminas, minerais e fibras. Você pode ferver as hastes para um simples caldo vegetal ou usar as folhas numa salada.
1 – Feijões
Tal como acontece com os frutos silvestres, a maioria dos feijões são altamente nutritivos. Serão provavelmente a sua melhor fonte de cálcio e ferro na ilha. O feijão é um alimento versátil, fácil de plantar e pode ser conservado por muito tempo. E se você está sozinho na ilha, por que se preocupar com os gases?