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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

4 Razões para NÃO beber refrigerante diet


Tem coisa melhor do que um refrigerante em uma tarde quente? Quem sabe só uma cerveja né? Mas o refrigerante pelo menos não é alcoólico...


Apaixonadas por refrigerante, algumas pessoas optam por uma alternativa para se livrar das calorias da bebida: a versão diet. De acordo com uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition, o consumo de refrigerantes dietéticos cresceu 25% entre os adultos se comparado ao da última década. O problema, porém, é que a escolha pode ser ainda pior para o organismo. As informações são do Fit Sugar.
Efeitos "colaterais", como problemas renais, ressaca e até mesmo obesidade podem estar relacionados ao consumo da versão dieta de refrigerantes. A seguir, confira quatro motivos para não ingerir esse tipo de bebida:
Problemas renais
Refrigerante diet pode ser um perigo para os rins. Em um estudo da Harvard Medical School, realizado com mais de 3 mil mulheres, os pesquisadores descobriram que o consumo excessivo de refrigerante diet pode dobrar o risco de problemas renais. A função renal começa a declinar quando as mulheres ingerem mais de dois copos de refrigerante por dia. Vale ressaltar que o problema está associado aos adoçantes.
Metabolismo confuso
Segundo um estudo feito com 10 mil adultos e realizado pela Universidade de Minnesota, o consumo de refrigerante diet também aumenta em 34% o risco de síndrome metabólica, o que inclui aumento de colesterol e problemas cardíacos.
Obesidade
Você leu certo: refrigerante diet não ajuda a perder peso. Um estudo realizado pela Universidade Health Science Center, do Texas, mostrou que, quanto mais uma pessoa consome esse tipo de bebida, maior o risco de aumentar seu peso. Apenas duas latas por dia podem aumentar significativamente a cintura porque os edulcorantes artificiais perturbam a capacidade natural do corpo de regular a ingestão de calorias com base na doçura dos alimentos. Isso significa que as pessoas que consomem alimentos dietéticos estão propensas a comer mais.
Ressaca
Coquetéis feitos com refrigerantes diet deixam as pessoas bêbadas com mais facilidade e rapidez, de acordo com um estudo do Hospital Royal Adelaide, na Austrália. Isso porque bebidas sem açúcar fazem com que o álcool entre na corrente sanguínea mais rápido que os demais, gerando uma ressaca forte no dia seguinte.

Fonte: Saúde terra

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Uma lata de refrigerante DIET pode elevar o risco de ataque cardíaco

Refrigerantes diet são opções menos calóricas quando comparados às versões ricas em açúcar, mas estudos recentes apontam que eles também não são mesmo uma opção saudável. Pesquisadores da Escola de Medicina de Miller, na Universidade de Miami, e da Universidade de Columbia, ambas nos Estados Unidos, identificaram que o consumo de uma lata de refrigerante diet por dia pode elevar em 43% o risco de um ataque cardíaco ou derrame.

Ao longo de 10 anos, estudo analisou mais de 2500 pessoas

Para chegar a estes resultados, os cientistas analisaram, por um período de 10 anos, o consumo de refrigerantes em mais de 2.500 pessoas. Quando comparados àqueles que não bebem nenhum tipo de refrigerante, os voluntários que consumiam uma lata da bebida diet ao dia apresentaram risco 40% mais elevado de desenvolver doenças cardiovasculares, como derrames e ataques cardíacos. Os pesquisados não eram portadores de doenças preexistentes, como diabetes ou hipertensão. 

Os cientistas explicam que são necessários novos estudos para explicar os mecanismos que relacionam a ingestão frequente de refrigerante diet e a maior propensão a doenças cardiovasculares. 

Até o momento, não há estudos que comprovem a relação entre adoçantes e câncer
Em estudo anterior, os pesquisadores da Universidade de Columbia relacionaram o excesso de sódio nos refrigerantes diets com alto risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Os adoçantes, presentes nas fórmulas, também estão na mira das agências mundiais de saúde, mas, até o momento, não existem evidências clínicas suficientes para afirmar que sua ingestão esteja associada ao desenvolvimento de doenças, como o câncer.  



Fonte: GNT